
A Argentina consome um quarto de todas as Aspirinas® tomadas no mundo.
Para a popular e famosa revista norte-americana Newsweek há 5 inventos do século XX sem os quais não seria possível viver: automóvel, lâmpada, telefone, TV e... Aspirina® !
Os números demonstram a popularidade de Aspirina® no Brasil: em 2009, os brasileiros tomaram 92 milhões de unidades desses comprimidos.
Colocando em linha reta os comprimidos consumidos por ano no Brasil daria para cobrir a distância que separa São Paulo a Salvador - 1.970 km.
Porto Alegre é a cidade onde mais se vende Aspirina® no Brasil. A venda per capita chega a 1,6 comprimidos para cada habitante por ano.
72 anos depois que o cientista Felix Hoffmann descobriu a Aspirina®, ela foi levada ao espaço nas mãos dos astronautas Armstrong, Aldrin e Collins. O medicamento não deveria faltar na caixa de remédios... Os sábios da NASA tinham certeza: a aventura espacial poderia provocar uma ou outra dor de cabeça.
350 bilhões de comprimidos de Aspirina® foram fabricados desde 1899, ano de início de sua comercialização.
216 milhões de Aspirinas® são vendidas por dia no mundo. Segundo nossos cálculos, com essa quantidade seria possível cobrir uma superfície de 2,4 km2, ou seja, mais do que a extensão do Principado de Mônaco.
Em 1999, a Aspirina® comemorou 100 anos. Em 1897, Felix Hoffmann sintetizou pela primeira vez o ácido acetilsalicílico, princípio ativo da Aspirina®, de forma pura e estável. A Aspirina® passou a ser comercializada em 1899 em forma de pó, em um frasco de vidro.
Gabriel García Márquez escreveu em Crônica de uma Morte Anunciada: "Despertou-a quando tateava tentando encontrar uma aspirina no armário de remédios do banheiro". Ramón Gómez de la Serna escreveu em Greguerias: "A Lua é o comprimido de aspirina que de vez em quando...". No total, a Aspirina® compilou em um livro 100 citações literárias de autores espanhóis e latinos de prestígio, como Camilo José Cela, Gabriel García Márquez, Rosa Montero, Manuel Vázquez Montalbán, Carmen Martín Gaite, entre outros, que mencionam este popular medicamento.
Zeca Baleiro, cantor maranhense, compôs para o álbum "Baladas de asfalto e outros blues", de 2005, a música "Meu amor minha flor minha menina", que já dizia nos primeiros versos "Meu amor minha flor minha menina / Solidão não cura com aspirina / Tanto que eu queria o teu amor".
Com direção de Marcelo Gomes, o filme "Cinema, Aspirinas e Urubus", de 2005, conta a história de dois homens se encontram no sertão nordestino em 1942: um alemão fugido da guerra e um nordestino que quer escapar da seca. Viajando de povoado em povoada, eles exibem filmes para pessoas que jamais haviam conhecido o cinema para vender um remédio. Nesta jornada, os dois aprendem a respeitar as diferenças e surge entre eles uma amizade incomum, mas que marcará suas vidas para sempre.
Aspirina® entrou para o dicionário da língua portuguesa como sinônimo de analgésico: "Nome comercial de medicamento analgésico e antipirético cujo princípio ativo é o ácido acetilsalicílico".
ESTE MEDICAMENTO É CONTRA INDICADO EM CASO DE SUSPEITA DE DENGUE.
SE PERSISTIREM OS SINTOMAS, O MÉDICO DEVERÁ SER CONSULTADO.